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Artistas

Nesta página você encontrará informações sobre os artistas confirmados no evento e sobre a diretoria e organização.

Kerle Cristina

Iniciou seus estudos de Oboé em 2002 com José Medeiros (1º oboé da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional). Formou-se em Educação Musical pela UFG. Foi oboísta da Orquestra Sinfônica de Goiânia, Orquestra De Câmara Goyazes e Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás. Desde 2011 atua como professora de Oboé e coordenadora pedagógica do núcleo das Madeiras desde 2023 no CEP/Escola de Música de Brasília onde ministra aulas de instrumentos para crianças a partir de 10 anos, jovens e adultos.Também trabalha fazendo revisão e manutenção de Oboé, fagote e clarineta desde 2018. Em 2024 foi eleita como presidente da Associação Brasileira de Palhetas Duplas.

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Vivian Meira

Vivian Meira é fagotista natural de Montes Claros/M tendo iniciado seus estudos aos seis anos de idade e posteriormente, aos treze anos conheceu o fagote. Possui um mestrado em Interpretação Musical com ênfase em Orquestra pela Haute école de musique de Genève, concluído em junho de 2023 sob orientação de Afonso Venturieri. Antes disso, fez parte da Academia da OSESP sob orientação de Alexandre Silvério, Romeu Rabelo e Francisco Formiga. É graduada em fagote pela Universidade Federal de Minas Gerais. Vivian faz parte da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo desde 2023 e em 2024 foi eleita vice-presidente da ABPD.

Ravi Shankar Viana

Professor de oboé e música de câmara na Universidade Federal da Paraíba, Ravi é membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Música da UFPB. Após sua formação inicial na Escola de Música de Brasília, obteve seu Artist Diplom na Hochschule für Musik em Rostock, Alemanha, seguido pelo mestrado e doutorado em performance musical pela Universidade Federal de Minas Gerais. Exerceu o papel de oboé principal associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e se apresentou em diversas orquestras no Brasil, Alemanha e Canadá. Sua experiência internacional se estende também ao cenário da música de câmara, com concertos em mais de 68 cidades brasileiras e em países como Tailândia, Canadá, Uruguai, Venezuela, Argentina e Alemanha. Além disso, participou como músico convidado em prestigiados festivais nacionais e internacionais e atuou como professor visitante na McGill Schulich School of Music, no Departamento de Ciência da Performance. Ravi desempenha um papel ativo em diversas organizações artísticas e de pesquisa, incluindo a Associação Brasileira de Palhetas Duplas (ABPD), a International Double Reed Society (IDRS), o Observatoire Interdisciplinaire de Création et de Recherche en Musique (OICRM), o Centre for Interdisciplinary Research in Music, Media and Technology (CIRMMT) e a parceria de pesquisa ACTOR (Analyzing, Creation and Teaching Timbre and Orchestration).

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Sandra Paola Romero Rojas

Oboísta natural da Colômbia, bacharelado pela Universidade Central da Colômbia. Mestranda na UFPB sob a orientação do Prof. Dr. Ravi Shankar. Mestre em didática e pedagogia musical pela UTech e Bacharelado em oboé pela Fundação Universidade Central da Colômbia. Desde sua chegada no Brasil, atuou como musicista e Coordenadora Pedagógica de oboé no programa NEOJIBA. Participou em seminários, congressos de pedagogia musical e no curso de filosofia Suzuki. Integrou a Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra de Ribeirão Preto e se apresentou com diversos grupos de câmara. Participou na organização do V Encontro Nordestino de Palhetas Duplas na cidade de Salvador e como professora convidada no I Encontro Regional de Palhetas duplas de Centro Oeste. Atualmente participa ativamente na Rede Brasileira de Saúde do Artista (RBSA).

Andrea Silvério

Doutora pela University of Alabama onde atuou como professora substituta sob orientação de Mary Lindsay Bailey Andréa iniciou seus estudos com Giane Martins, Peter Apps, Joel Gisiger e por último com o Natan Albuquerque Jr. nos anos subsequentes. Ingressou em seu bacharelado na The University of Southern Mississippi onde ganhou o primeiro lugar em um concurso de jovens solistas. Mestre pela Louisiana State University onde foi professora substituta sob orientação de Johanna Cox. Ativista da música de câmara junto com o Quinteto Pure Winds já ministrou masterclasses e workshops pelos EUA, incluindo a prestigiosa Midwest Music Conference em Chicago, Illinois e da Kentucky Music Educator Association Conference em Louisville, Kentucky. Em julho de 2019, atuou como uma das artistas a se apresentarem na International Double Reed Society Conference em Tampa, Flórida. Participou da gravação do CD Open Borders com obras do compositor Ricardo Lorenz; fez parte da gravação do CD King Mangoberry com obras para banda sinfônica do mesmo compositor, indicado ao Grammy Latino 2020. Atualmente é professora de oboé e música de câmara na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Andrea

Maria Santos

É Professora de Oboé da Escola de Música da UFRN. Mestra em Música - Práticas Interpretativas- Oboé pelo PPGMUS-UFPB (2023). Licenciada em Música/ Práticas Interpretativas- Oboé, pela Universidade Federal da Paraíba (2020). Bacharela em Música/Instrumento- Oboé pela Universidade Federal de Pernambuco (2012). Foi Oboísta da Orquestra Sinfônica da Paraíba (2014 a 2022). É Professora voluntária de Oboé na Fundação Mozart Vieira, em São Caetano-PE, de onde é natural. Recebeu o prêmio de "Melhor Interpretação da Obra Comissionada no I Concurso Nacional de Palhetas Duplas da ABPD", na categoria Oboé (2017), e o 2º lugar no "I Concurso Nacional de Palhetas Duplas da ABPD", também na categoria Oboé (2017).

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Romeu Rabelo

Natural de Tiradentes, em Minas Gerais, o fagotista e contrafagotista Romeu Rabelo iniciou seus estudos musicais aos seis anos de idade com Anizabel Rodrigues e com Tadeu Rodrigues, maestro da Sociedade Orquestra e Banda Ramalho (SOBR), grupo que integrou como clarinetista. Mais tarde, transferiu-se para São João del-Rei para estudar no Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier e para atuar ativamente na Orquestra Ribeiro Bastos (ORB). Mais tarde, mudou para o fagote, obtendo o bacharelado no instrumento pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe de Mauro Mascarenhas. Pela mesma instituição, obteve o mestrado em música, em 2011, pesquisando, sob orientação de Fausto Borém, as 16 Valsas para Fagote Solo, de Francisco Mignone. Na Hochschule für Musik Saar, na Alemanha, fez curso de aperfeiçoamento com Guilhaume Santana. Atualmente cursa o doutorado em música na Universidade de São Paulo (USP) sob orientação de Fábio Cury.

Afonso Venturieri

Depois de Viena e Berlim, Afonso Venturieri estudou com Helman Jung na Hochschule für Musik em Detmold, Alemanha, onde se formou com distinção em 1984. Completou sua formação com Milan Turkovic na famosa Hochschule für Musik no Mozarteum em Salzburgo.
Em 1989, Venturieri ganhou o primeiro prêmio no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro organizado pela União dos Músicos Suíços. Foi nomeado fagotista do Ensemble Modern em Frankfurt e, desde 1987, ocupa o cargo de fagote principal da Orchestre de la Suisse Romande em Genebra. Venturieri tem se apresentado como solista e músico de câmara em todo o mundo e ministra regularmente workshops e master classes na Europa, Ásia, América do Sul e Canadá. Atualmente, faz parte do corpo docente da Haute École de Musique em Genebra e atuou como instrutor da Orquestra Jovem das Américas.

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Catherine Carignan

Nascida no Canadá e radicada no Brasil desde 2008, Catherine Carignan foi primeira fagotista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais de 2008 a 2020. É professora de fagote, música de câmara e música contemporânea na EMESP Tom Jobim e atua como musicista convidada em diversas orquestras na região de São Paulo desde 2023.
Cursa o doutorado sob orientação de Fábio Cury, na USP, onde continua sua pesquisa sobre música de compositoras brasileiras, iniciada no mestrado profissional sob orientação de Beatriz Alessio, na UFBA.

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Paulo Barreto

Paulo Barreto iniciou seus estudos no Recife, onde logo passou a integrar o quadro de músicos da Orquestra Sinfônica do Recife, sob
a regência do maestro Eleazar de Carvalho. Desde 1987, é integrante da Orquestra Sinfônica do Paraná, ocupando o cargo de primeiro oboé solista desde 1989.Após a conclusão de seus estudos superiores na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, especializou-se em Berlim, na Alemanha, como bolsista do governo alemão (DAAD), de 1995 a 1999, sob orientação dos professores Ricardo Rodrigues (Hochschule für Musik “Hanns Eisler”) e Dominik Wollenweber (Orquestra Filarmônica de Berlim). Durante o período de estudos em Berlim, atuou sob a regência do maestro Helmut Rilling, como também do Prof. Karl Leister. Durante esse período, participou também como solista de concertos com a Singakademie de Frankfurt (Oder), como também com a Orquestra Filarmônica de Frankfurt (Oder), com a qual realizou várias tournées pela Europa, onde teve a oportunidade de se apresentar junto ao violoncelista M. Rostropovich.No Brasil é detentor de vários prirneiros prêmios como solista, onde atuou sob a regência de maestros como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchesvky, Alceo Bocchino, entre outros, e em
grupo de câmara, destacando-se o primeiro lugar no Concurso Nacional Santa Marcelina (São Paulo) com o Quinteto de Sopros de Curitiba, do qual é membro fundador. Desde 1993 é professor no curso superior da EMBAP, e a partir de 2011 regente e diretor artístico da orquestra sinfônica desta instituição, com a qual tem realizado vários concertos sinfônicos e operísticos, destacando-se: Cavalleria R usticana(Mascagni), a Flauta Mágica(Mozart) e Carmen(Bizet) no III Festival de Ópera do Paraná, assim como, Rita no IV Festival de Ópera do Paraná, no qual, também foi o diretor artístico e musical.

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Moisés Pena

Natural de Belém do Pará, Moisés iniciou os estudos de oboé em 1998 com José Medeiros no Conservatório Carlos Gomes. Foi membro da Orquestra
Sinfônica do Theatro da Paz, Amazonas Filarmônica, Sinfônica Nacional-UFF e da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Maestro, camerista, recitalista e concertista, apresentou-se com a Orquestra Filarmônica de Goiás, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sesiminas e a OSESP.
Convidado em diversos festivais de música, foi professor no Festival Eleazar de Carvalho, Festival Internacional de Música de Campina Grande, Festival de Música de Ourinhos, Festival Conexões Musicais (UNIRIO/UFF), Festival Internacional de Música do Pará e professor visitante da Academia NEOJIBÁ em Salvador (BA). Foi artista convidado na Conferência Anual da Sociedade Internacional de Palhetas Duplas (IDRS) em Nova Iorque e Indianápolis.
É Mestre em Música pela Aaron Copland School of Music de Nova Iorque, onde estudou com Humbert Lucarelli. Participou de masterclasses com renomados oboístas como Jorge Postel, Washington Barella, Ernest Rombout, Robert Botti, Ray Still e Sherry Sylar. Atualmente é Solista Associado na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro em Brasília.

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Camerata Centro-Oeste

A Camerata Centro Oeste é uma Orquestra de instrumentos de Cordas friccionadas formada por 21 músicos residentes na cidade de Brasília-DF que se propõe a desenvolver um repertório focado na Música de Câmara. Essa formação instrumental tem origem solidificada durante o período Barroco e clássico e acabou se estabelecendo como uma espécie de estilo de música que atrai e desafia compositores até os dias atuais. A Orquestra de Câmara ou Camerata possui uma característica musical mais intimista, por possuir uma formação pequena de músicos e ter a versatilidade de se apresentar em espaços menores e se aproximar do público de forma calorosa.
Com objetivo de trazer um repertório eclético, seja no estilo e na temporalidade, a formação de grupos de câmara possui uma diversidade de
obras que abrangem desde do barroco à música moderna, dando espaço a renomados compositores históricos, tanto estrangeiros como brasileiros,
incluindo compositores do nosso tempo.
A Camerata estreou em dezembro de 2022 na 2° Edição do Festival de Música de Câmara de Brasília, no ano de 2023 se apresentou no Centro
Cultural do Banco do Brasil (CCBB), com sucesso de público, tem uma parceria com o Espaço Cultural Alexandre Innecco (ECAI) onde tem apresentado uma Série de concertos voltados para o vasto repertório da Música de Câmara. A Camerata, através da série Convida, tem recebido músicos renomados como os violinistas Tomaz Soares, Emmanuele Baldini, Lilian Raiol, Luciana Arraes e Marcos bastos o violoncelista Rodolpho Borges e o Maestros Cláudio Cohen e Moisés Pena.

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Camaleon Bassoons

Fundado em 2011, o Camaleon Bassoons surgiu da vontade de difundir sonoridade do fagote, explorando um repertório inovador e criativo. Ao longo de sua trajetória, o grupo já fez estreias de encomendas de obras escritas especialmente para a formação e apresentou inúmeros arranjos inéditos que vão desde o barroco até o jazz, comprovando toda a versatilidade, ainda pouco explorada, do instrumento. 
Camaleon Bassoons se apresenta no Encontro com os músicos: Alexandre Silvério, Francisco Formiga, Vivian Meira e Romeu Rabelo.

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Alexandre Silvério

Nascido em 1975 (Osasco - Brasil), Alexandre Silvério é um dos poucos fagotistas no mundo que atuam no Jazz e no Erudito. Ele é solo-fagotista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), mas também um sério fagotista de jazz.
Incentivado por seu pai, Alexandre iniciou o seu contato com a música através do piano, com 6 anos de idade. Aos 15, após ouvir um disco de Michala Petri, o fagote se tornou seu instrumento favorito. É que nesse disco tinha o mestre do fagote Klaus Thunemann, que foi a inspiração de   Alexandre para estudar fagote.

Imediatamente Alexandre matriculou-se na Escola Municipal de Música de SP, para ter aulas com o austríaco Gustav Busch. 3 anos depois passou a estudar com Francisco Formiga. Durante esse período, Alexandre tocou em vário grupos importantes, como a Orquestra Experimental de Repertório, Banda Sinfônica do Estado de SP, entre outras. 
Aos 20, na busca de outros métodos para aperfeiçoar sua técnica, Alexandre aleatóriamente comprou o famoso livro "Charlie Parker Omnibook", apenas para praticar alguns livros que fossem diferentes dos tradicionais de fagote. Foi aí que descobriu sua nova paixão: o Jazz. Logo após começou a estudar jazz e improvisação com os saxofonistas Roberto Sion e Hudson Nogueira.
Em 1997, aos 22 anos, passou a integrar a Osesp. Logo em seguida, em 1999, Alexandre recebeu uma bolsa de estudos do Instituto Vitae , para estudar na conceituada "Hochschule für Musik Hanns Eisler in Berlin", com seu ídolo,  Klaus Thunemann.
Em 2002, foi aceito na Academia da Filarmônica de Berlim (Karajan Akademie), onde teve oportunidade de estudar com  Markus Weidmann e Stefan Schweigert.
Em Berlin teve a oportunidade de tocar com a Orquestra Filarmônica de Berlim e com a Orquestra Sinfônica de Berlim
Paralelamente ao seu trabalho na Osesp, leciona na Escola Municipal de Música, integra o Osesp Bassoons, e lidera o seu grupo de jazz.

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Artistas Püchner

Fábio Cury é professor do Departamento de Música da ECA-USP desde 2002. Foi diretor da Orquestra Sinfônica da USP de 2018 a 2022. Logo após concluir sua graduação na UNICAMP, integrou a classe de solistas do Professor Klaus Thunemann na Hochschule für Musik, Theater und Medien de Hannover como bolsista do Serviço de Intercâmbio Acadêmico Alemão. De volta ao Brasil, recebeu o título de Mestre em Artes pela UNICAMP e os de Doutor em Música e Livre Docente pela USP. 
Integrou, como fagotista solista, as mais importantes orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. 
Atuou como Diretor da Orquestra Sinfônica da OSUSP de 2018 a 2022. Versátil solista e camerista, seu trabalho tem colaborado para revelar facetas pouco conhecidas de seu instrumento. Foi membro fundador da Camerata Aberta, grupo totalmente dedicado ao repertório contemporâneo com o qual foi premiado pela APCA e pela Revista Bravo. Seus esforços em prol da divulgação da música brasileira encontraram reconhecimento com o prêmio de Melhor Álbum de Música Erudita conferido pela APCA, em 2010, ao CD Novas e Velhas Cirandas: Música Brasileira para Fagote e Orquestra. Lançou ainda Mignone por Fábio Cury: 16 Valsas para Fagote Solo, pelo selo SESC, e Santoro Inédito, pelo selo Água Forte. O álbum Fábio Cury e Alessandro Santoro interpretam Bach registra sua estreia com os instrumentos históricos. Gravou ainda música de câmara para os selos Paulus, Meridian (Inglaterra) e Brasil Meta Cultural - Lindoro (Espanha), em que se destacam suas participações no Opus Brasil Ensemble e no Quinteto Zephyros. 
Sua atividade multifacetada e a especial atenção que concede à música brasileira credenciaram-no como presença marcante não só em praticamente todos os festivais de música e séries de música de câmara no Brasil como também à frente das mais prestigiosas orquestras brasileiras. Da mesma forma, já atuou como intérprete, professor e palestrante em eventos na 
Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá, Guatemala, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Eslovênia, Inglaterra, França, Alemanha, Suíça, Dinamarca, Suécia, Portugal, Espanha, China e Japão. 

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Fábio Cury

Magnus Nilsson

Magnus Nilsson é o fagotista principal da Orquestra Sinfônica de Helsingborg, na Suécia. Com apenas dezenove anos, foi nomeado para a Orquestra Sinfônica de Norrköping e, no ano seguinte, conquistou o segundo lugar no prestigiado Concurso Internacional de Fagote Gillet, no Colorado. Desde então, sua carreira o levou a masterclasses e apresentações solo em todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Seul, Lisboa, Polônia, Singapura, China, Moscou, Tailândia e Brasil.
Magnus Nilsson apresentou a estreia mundial de Danças Aurorais de Albert Schnelzer com a Orquestra Filarmônica de Fort Wayne, seguida de apresentações com a Orquestra Filarmônica de Helsingborg. Ele também estreou A Fênix do Pássaro, de Anna-Lena Laurin, para fagote, saxofone e orquestra com a Orquestra de Mar del Plata, na Argentina, e posteriormente apresentou as estreias escandinavas com a Orquestra de Câmara Nórdica (com transmissão ao vivo) e a Ópera de Norrland. Com a Orquestra Sinfônica de Helsingborg, sob a regência de Andrew Manze, Magnus e o oboísta Mårten Larsson fizeram a estreia mundial do concerto duplo Musica Concertante, de Arnaldo de Felice, uma obra dedicada a ele. Ele também estreou o concerto para fagote A Greek Saga, de Neo Korth, no Mahidol Hall, em Bangkok.

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Mauro Ávila

Natural de Valença-RJ, aprendeu música na Sociedade Musical Progresso de Valença no ano de 1984. Em 1987 iniciou os estudos de fagote com Otacílio Ferreira Lima Filho no Conservatório Brasileiro de Música-RJ. De 1998 a 1999 foi integrante da Orquestra jovem-FUNART, sob regência dos Maestros David Machado e Ernani Aguiar. Graduou-se em fagote na Escola de Música da UFRJ nas classes dos Professores Nöel Devos e Aloysio Fagerlande. Membro do Quarteto de Fagotes Ayrton Barbosa. Por concurso público foi integrante da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2002 a 2010. Pós Graduado "latu sensu" em Música de Câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música-RJ (2014). Atualmente integra a Orquestra Sinfônica da UFRJ, e desde 1990 é fagotista e contrafagotista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Cursa o mestrado Profissional em Música na UFRJ. Em 2007 foi convidado pela firma alemã J. Püchner a realizar curso de luteria em especialização em fagote e contrafagote, sendo luthier oficial dessa firma na América Latina. Participa em Festivais e Encontros de fagotes na Argentina, Peru,CHile, Bolívia nos quais realiza conferências sobre manutenção e limpeza de fagote.

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Artista Bernd Moosmann
Francisco Formiga

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Francisco Formiga é  fagotista nascido em Tauá, Ceará. Ele estudou no CEFART da Fundação Clóvis Salgado em Belo Horizonte e se formou no Conservatório Mineiro de Música, hoje Escola de Música da UFMG. Em 2017, completou um mestrado em música na UFBA, escrevendo uma monografia sobre palhetas de fagote. 

Entre 1987 e 1991, Francisco ganhou vários prêmios, incluindo o 3º Concurso para Solistas com a Orquestra Sinfônica da UFMG e o Concurso Jovens Solistas EPTV-MG. Ele também atuou em outras orquestras, como a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, antes de se juntar à Osesp. Participou de projetos de música em grupo na cidade de São Paulo e, como estudante, foi o solista em concertos de Vivaldi e Weber. 

Francisco participou de festivais de música e fez várias masterclasses na Itália e em Minas Gerais. Ele colaborou em álbuns da Osesp, incluindo o CD Jobim Sinfônico, e gravou com seu grupo Camaleon Bassoons. Também foi professor em instituições como a EMESP Tom Jobim e escreveu o primeiro método brasileiro de construção de palhetas de fagote. Colabora junto a OSESP desde 1997.

Artista Ludwig Frank
Aloysio Fagerlande

Professor adjunto da Escola de Música da UFRJ, é Coordenador Pro Tempore do Programa de Pós-graduação Profissional em Música-PROMUS da EM-UFRJ. Doutor em Música pela UniRio, Mestre em Música pela UFRJ, com especialização em Musicologia pelo CBM, realizou curso de aperfeiçoamento em fagote (Cours de Perfectionnement) na classe de Gilbert Audin no Conservatoire National de Region de Rueil-Malmaison, França, obtendo o Prix de Virtuosité (1986-1987), como bolsista da Capes. Tem realizado concertos como solista e camerista, enquanto integrante do Quinteto Villa-Lobos, por diversos países da Europa, América Latina, América do Norte, Ásia e África. Gravou vários CDs, sempre vinculados a seus projetos de pesquisa na UFRJ, todos contemplados através de editais da FAPERJ e Petrobras. É coordenador do Simpósio em Práticas Interpretativas UFRJ-UFBA. Tem atuado principalmente nos seguintes temas: fagote, quinteto de sopros, música de câmara, Heitor Villa-Lobos e Francisco Mignone.

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Artista Reeds n' Stuff
Alexandre Ficarelli

Nascido em São Paulo. Recebeu sua formação superior na Alemanha, na Escola Superior de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart (State University of Music and the Performing Arts Stuttgart) sob a orientação do Prof. Ingo Goritzki. Obteve o diploma de Bacharelado em Instrumento (Orchestermusiker) em 1994 e Mestrado em Performance (Künstlerische Ausbildung) diploma recebido na mesma instituição em 1996. Também realizou o Mestrado em Artes com especialização em Música pela Universidade de São Paulo finalizado em 2014. O título de doutorado lhe foi outorgado em janeiro de 2021 na área de Processos de Criação Musical e Questões Interpretativas. Sua principal área de pesquisa é sobre os compositores brasileiros para seu instrumento. No Departamento de Música da ECA da Universidade de São Paulo, leciona Oboé, Música de Câmara, a também as disciplinas Seminário de Execução Musical e Performance. Concomitantemente é coordenador do Laboratório de Música de Câmara - LAMUC - e responsável pela disciplina Prática de Orquestra de Sopros. Tem grande atuação como solista e camerista, apresentando-se no Brasil, Argentina, Europa, Estados Unidos e Austrália, destacando importantes obras do repertório brasileiro para oboé e corne-inglês. Pela sua atuação no grupo Camerata Aberta, grupo dedicado à música contemporânea, da qual foi um dos membros fundadores, foi ganhador do Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) em 2010 e 8 Prêmio Bravo! de Música em 2012, pelo melhor CD de música erudita.

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Pianistas Colaboradores
Marília de Alexandria

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Professora-pianista correpetidora da Escola de Música de Brasília (EMB) desde 2000, quando obteve o 1o lugar neste concurso, coordenou o Núcleo de Pianistas Correpetidores e Música Câmara e foi professora-pianista em diversas edições do Curso Internacional de Verão da EMB (CIVEBRA). Bacharel em piano, orientada por Elza Kazuko Gushiken (UnB)), Licenciada em Música (UnB), Especialista em Piano Acompanhamento (CBM-RJ) e Mestre em Piano Performance (UFG). Tocou ao lado da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), entre outras orquestras, e com profissionais renomados como Lucie Silkenova (Rep.Tcheca), Ravi Shankar (UNFP), Leonardo Neiva (BR-Viena), Luísa Francescone (SP). Foi pianista de importantes corais: Madrigal de Brasília, Coral da UnB, Cantus Firmus, Vozes da Globo (Rede Globo de Televisão-DF) e Corais do ECAI. Nesses trabalhos, participou de turnês e de concursos no Brasil, Américas e Europa, conquistando medalhas de ouro e prata em diferentes países.

Marcelo Gama

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Natural de Brasília, iniciou seus estudos musicais aos oito anos na Escola de Música de Brasília com a professora Lílian Mouad. Estudou com Belkiss Carneiro de Mendonça e em seguida ingressou na Universidade de Brasília onde estudou com o pianista Ney Salgado. Desde 2005 realiza estudos de pós-graduação na ‘Hochschule für Musik Karlsruhe’ na Alemanha. Em 2008 concluiu o Mestrado em Interpretação Pianística, recebeu bolsa de estudos integral do ‘Deutsche Akademische Austauschdienst’. Em 2012 concluiu o curso Konzertexam na ‘Hochschule für Musik Karlsruhe’ na classe de solistas com a Prof Kaya Han e com Jordi Masó na ‘Escuela Superior de Música de Catalunya’ em Barcelona. Ao longo da sua formação como pianista atuou em diversos festivais como no Festival de Inverno de Campos do Jordão, Europäische Akademie Montepulciano in Italien und in dem Ferienkurs für Neue Musik Darmstadt, tendo oportunidade de trabalhar com músicos
como Paul Badura-Skoda, Nicolas Hodges, Toshio Hosokawa, Jean Louis Steuermann, Wolfgang Rihm etc. Foi premiado pelo programa Furnas Geração Musical e em 2006 recebeu na Alemanha o
prêmio Kranichsteiner Musikpreis para jóvens intérpretes. Marcelo Gama realizou gravações para a SWR - Südwestliche Rundfunk, Alemanha e para a Rádio Brasília FM.
Atua como solista em orquestras como a Filarmônica de Baden Baden e como pianista de câmara e ensemble em salas de concerto no Brasil e na Europa dividindo o palco com artístas como o clarinetista Eduard Brunner e o percussionista Isao Nakamura, sob direção de Lucas Vis e Gerard Buquet.

Fabiola Pinheiro

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Fabiola Pinheiro é uma pianista cujas qualidades tem sido apreciadas em recitais e concertos no Brasil e no exterior. Uma musicista curiosa e versátil, possui um extenso e diverso repertório. 
Pinheiro é natural e radicada em Brasília. É egressa da Carnegie Mellon University, do Bowdoin Music Festival e do Aspen Music Festival.

Kleber Monazio de Souza

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Kleber Monázio de Sousa, Bacharel em piano pela Unb, 2004 e mestre em piano pela Syracuse University no estado de Nova Iorque, EUA em 2013. Naquele país foi correpetidor e solista de
diversos grupos tais como da orquestra e coral do Medical Musical Group, festival orquestra em D.C. e outros grupos na capital americana. Desde 2022 é professor de correpetição e piano na
EMB.

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